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  • Henrique Girardi

A importância dos gerentes intermediários

O papel e a importância dos gestores em nivel intermediário é muitas vezes subestimada tanto pelos 'superiores' quanto 'subordinados'. Esses gestores representam um elo e uma peça-chave na gestão das organizações. Estão mais próximos da operação que os seus chefes, e lideram equipes que ajudam a colocar estratégias em execução. Seguindo a tradicional visão hierárquica, esses gestores, estão no centro da organização.


No livro Criação do conhecimento na organização, Nonaka e Takeuchi apresentam uma ideia alternativa aos tradicionais bottom-up (de baixo pra cima) e top down (de cima pra baixo). Trazem a luz, a eficácia de processos gerenciais em um modelo middle-up-down, onde o fluxo ocorre do meio para baixo e do meio para cima. Na última semana, em vídeo com meu amigo Ceo Ataíde, falamos de como esses gestores, que botam a mão na massa, agregam valor as suas organizações. Em empresas familiares, esse gerente intermediário é, muitas vezes, subordinado ao dono da empresa, que também trabalha no dia a dia. Ou seja: é proprietário, familiar e gestor. Esse último ao ter esses três papéis, pode, muitas vezes, estar em um trade-off¹ difícil.


Esses gerentes intermediários são fundamentais. Muitas vezes agregam apresentando um ponto de vista complementar ao de seus superiores. Por não estarem implicados com esses três papéis (proprietário-familiar-gestor), os gerentes têm uma visão ainda construtiva para o desenvolvimento da empresa. As organizações, que contam com gerentes intermediários, têm que garantir que eles têm espaço e estão participando de forma produtiva na gestão.



¹ uma situação em que você equilibra duas situações ou qualidades opostas (Cambridge Dictionary, 2020):



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